FIEMG e CEMIG levarão cultura maker para 14 municípios mineiros

A FIEMG e a Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) assinaram um convênio de cooperação técnica, nesta quinta-feira (5/7), para viabilizar o LAB TRUCK TOUR. O projeto é voltado para a divulgação da cultura maker em Minas Gerais para a criação de soluções em eficiência energética.
O caminhão do SENAI fará uma turnê tecnológica para oito regiões do Estado, com ação direta em 14 municípios. Serão ofertadas oficinas makers e de arduino (com foco em projetos de eficiência energética) para explorar a eficiência energética, sensibilizando para a necessidade da inovação e do empreendedorismo  tecnológico.
"A CEMIG tem um projeto de P & D, já há alguns anos, e temos feito uma mudança mais estrutural, pensando em mecanismos mais inteligentes, que possam beneficiar os mineiros, mineiras e industriais. O trabalho da FIEMG já é muito reconhecido na área de tecnologia e inovação e a ideia é descentralizar para todas as regiões do estado", diz o diretor de Relações Institucionais e de Comunicação da CEMIG, Tiago de Azevedo Camargo.
Para o presidente da FIEMG, Flávio Roscoe, o convênio une a entidade à maior indústria do Estado. "Juntos, pretendemos levar a eficiência energética para toda Minas Gerais, utilizando o que temos de mais moderno, que são as ferramentas da área de tecnologia. Eficiência é ganho de produtividade, ganho para a sociedade, geração de sinergia e aumento potencial dos mineiros", reforçou.
O objetivo é colaborar para a geração de um ecossistema inovador e criativo à partir das tecnologias de fabricação digital no Estado de Minas Gerais. A população, especialmente os jovens, terá acesso a conhecimentos relacionados à cultura Maker e ao empoderamento para construção de soluções em eficiência energética por meio da prototipagem digital.
O subsecretário de Ciência, Tecnologia e Inovação do Governo de Minas Gerais, Leonardo Oliveira, destacou que o projeto vai aproximar o público final do mundo da tecnologia. "O Lab Truck vai levar insumos para que o meninos possam colocar a mão na massa. O jovem hoje convive com a inovação e a tecnologia, entra no youtube, na internet, consulta, mas essa é a oportunidade  de chegar em casa e dizer para a mãe e para o pai, que está trazendo uma solução para diminuir o custo de energia da casa dele. Poder fazer isso em todo o estado é um grande diferencial".
Entre julho e dezembro de 2018 serão realizadas até 56 oficinas, em 14 cidades. Por município, serão realizadas duas oficinas de sensibilização maker (com 15 vagas cada) e duas oficinas tecnológicas com temática em eficiência energética, por meio da técnica de arduíno, comum ao universo da programação maker (com 10 vagas cada).
As oficinas de sensibilização terão carga horária entre uma e três horas cada e as oficinas tecnológicas, aproximadamente 4hs. O Lab Truck estará aberto para visitação do público em geral para difusão e conhecimento de um espaço Maker e o mundo da prototipagem digital.
A primeira turnê começa pela capital mineira, Belo Horizonte e Montes Claros, no Norte de Minas. Em seguida, o LAB TRUCK TOUR powered by CEMIG, vai para Ouro Preto, Itabira, Betim, Ipatinga, Governador Valadares, Ribeirão das Neves, Santa Rita do Sapucaí, Itajubá, Contagem, Uberaba, Juiz de Fora e Nova Lima.
Para saber outras informações sobre o projeto, faça sua pré-inscrição.    <https://acesso.fiemglab.com.br/lab-truck-tour>
Fonte: https://www7.fiemg.com.br

Engie aposta em "fazendas solares" para ampliar negócios com geração distribuída no Brasil

São Paulo - Instalações de menor porte para geração de energia renovável, como placas solares em telhados de casas e comércios, devem se tornar cada vez mais comuns no Brasil, e a elétrica francesa Engie, que já é líder em geração no país, quer aumentar fortemente a presença nesse setor nos próximos anos, disse à Reuters nesta sexta-feira um executivo da companhia.
A elétrica passou a atuar com a chamada geração distribuída no país ao comprar participação em uma empresa do ramo em 2016, e nesta semana dobrou a aposta com a aquisição da fatia restante no negócio por um valor não revelado.
A expectativa agora é que a Engie Geração Solar Distribuída tenha um crescimento agressivo nos próximos anos, o que deverá inclusive passar por investimentos em um novo modelo de negócio - a construção de usinas solares de médio porte para a venda direta da energia a clientes, disse o CEO da Engie Soluções, Leonardo Serpa.
"Nos próximos quatro a cinco anos a gente tem um plano de estar com um faturamento cinco vezes maior do que estaremos ao final de 2018", projetou o executivo, sem abrir números.
A Engie Geração Solar Distribuída deve fechar este ano com cerca de 2 mil instalações de sistemas solares, principalmente em telhados de residências e unidades comerciais, como farmácias e supermercados, contra apenas 600 em 2016, quando a companhia foi comprada.
Mas, a partir do segundo semestre, a empresa deve passar a apostar também em "fazendas solares" que poderão vender a produção diretamente aos clientes em pequenos lotes, de maneira pulverizada.
"A gente está lançado a primeira 'comunidade solar' agora no segundo semestre. É uma usina de 2 megawatts em Minas Gerais, onde a gente vai vender (a energia gerada) para clientes que não querem investir para fazer sua própria instalação ou não possuem telhado adequado, por exemplo. Aí ele 'aluga', recebe uma porcentagem do que é gerado", explicou Serpa.
Depois da primeira unidade, que deve estar pronta no quarto trimestre, o modelo poderá ser replicado em novos locais, incluindo áreas no Rio de Janeiro e em São Paulo. Segundo Serpa, a Engie já possui estudos para até cerca de 50 megawatts em empreendimentos como esses.
"É um segmento muito interessante para a gente, porque o mercado residencial de instalações tem uma competição muito forte em termos de preço. Já para construção de uma usina solar remota, não tem muitos players no mercado que vão conseguir fazer um investimento dessa magnitude, e a Engie acredita que pode se diferenciar", disse.
"A gente está querendo fazer de três a cinco usinas dessas por ano, mas é difícil dizer ainda porque é um mercado que está sendo construído. Mas a gente quer ser líder - já somos um dos líderes do mercado de energia solar no Brasil", adicionou Serpa.
EXPANSÃO EM SERVIÇOS
Outra aposta da Engie é em serviços de eficiência energética associados às instalações de geração distribuída, o que aumenta os benefícios que os clientes podem obter com o negócio.
A ideia é oferecer esses serviços com tecnologia da ACS, uma empresa de eficiência energética brasileira comprada pela Engie no início deste ano. A empresa produz equipamentos que monitoram o consumo e ajudam na busca por economia. Os negócios fazem parte de uma estratégia global da Engie de crescer em serviços descentralizados de energia e geração limpa.
"Essa é a tendência do mercado de energia de uma forma mundial, e nós queremos ser líderes dessa transformação energética", disse Serpa.
Além da presença em serviços, a Engie controla no país a Engie Brasil Energia, geradora líder em capacidade entre os investidores privados do setor elétrico local.
A companhia possui um portfólio de usinas em operação no Brasil com cerca de 7,7 gigawatts em capacidade, divididos em 30 empreendimentos - desses, dois são solares.
Fonte: Reuters Brasil

Não Alimente os Boatos

Boatos podem trazer diversos problemas, tanto para aqueles que os recebem e os distribuem, como para aqueles que são citados em seus conteúdos. Normalmente, os boatos se propagam pela boa vontade de quem os recebe, pois há uma grande tendência das pessoas em confiar no remetente, não verificar a procedência e não conferir a veracidade do conteúdo da mensagem. Muitas vezes, uma pesquisa na Internet pelo assunto da mensagem pode ser suficiente para localizar relatos e denúncias já feitas. É importante ressaltar que você nunca deve repassar boatos pois, ao fazer isto, estará endossando ou concordando com o seu conteúdo.