Cemig lança edital para preenchimento de mais de 100 vagas em nível médio e superior

Remuneração base varia de R$ 2.498 a R$ 7.965, com jornada de trabalho de 40 horas semanais
A Companhia Energética de Minas Gerais - Cemig publicou, nesta terça-feira (28/11), o Edital de Concurso Público 03/2017, para provimento de 109 vagas para funções de nível médio, técnico profissionalizante e de nível universitário para contratação pela Empresa sob o regime da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT. As inscrições poderão ser realizadas a partir de 5 de fevereiro a 12 de março do ano que vem,  pelo site da Fumarc<http://www.fumarc.com.br/>. O valor da taxa de inscrição varia de R$ 50 a R$ 130, de acordo com a função para a qual o candidato irá concorrer. Os salários variam de R$ 2.498,30 a R$ 7.965,00.

As vagas de nível médio oferecidos no edital são para as funções de técnico contábil e técnico de gestão administrativa. As funções para quem possui o curso de técnico profissionalizante são agente técnico de meio ambiente, técnico de operação de subestações, técnico de planejamento hidroenergético, técnico de projetos e obras civis, técnico de projetos de sistema elétrico, técnico de segurança do trabalho, técnico de sistema elétrico, técnico de sistema elétrico campo, técnico mantenedor eletroeletrônico da geração, técnico mantenedor mecânico da geração, técnico supervisão controle da operação do sistema, técnico supervisão controle do sistema elétrico distribuição, técnico de sistemas eletromecânicos e técnico de telecomunicações.

Para o nível superior, os cargos oferecidos pelo edital são advogado, analista de gestão administrativa, analista de gestão contábil, analista de sistemas de informática, assistente social, geólogo, engenheiro de meio ambiente, engenheiro de planejamento hidroenergético, engenheiro de segurança de barragens, engenheiro de segurança do trabalho, engenheiro de sistema elétrico, engenheiro de sistemas mecânicos e engenheiro de telecomunicações.

O edital completo está disponível no site da Cemig: www.cemig.com.br<http://www.cemig.com.br>.

Eficiência energética e fontes renováveis são opções para energia brasileira

As preocupações com o meio ambiente e sustentabilidade crescem em todo mundo. Diante de um futuro incerto com a saída dos Estados Unidos do Acordo de Paris, os problemas com aquecimento global, desmatamento e desperdícios só aumentam e tornam o momento ideal para lembrar a importância de ações como a maior eficiência no uso da energia e todos os seus benefícios. O uso desenfreado e descontrolado de energia causa diversas complicações ambientais. Levando apenas a poluição do ar em conta, 99% dos elementos nocivos são consequência da forma como e do quanto que consumimos de energia. Dióxidos de enxofre, óxidos de nitrogênio, partículas sólidas, monóxido de carbono, substâncias tóxicas, etc. são responsáveis pela morte de milhões de crianças e adultos por todo o planeta. E a forma mais rápida de iniciar uma transformação e limpeza é a eficiência energética.
Dois terços da energia elétrica é produzida a partir de hidroelétricas, uma matriz limpa, porém as mudanças climáticas afetam diretamente a sua produção e em épocas de seca, o país se vê obrigado a utilizar as termelétricas que geram uma energia mais cara e poluidora. Outro ponto problemático é que a demanda por energia deve dobrar até 2050, estas fontes não suportarão a busca pelos recursos e os transtornos causados aumentarão. Além disso, estima que o Brasil desperdiça todo ano o equivalente à produção de meia usina de Itaipu e em um dos países com a energia mais caras do mundo isso significa prejuízos incalculáveis. A única solução para esta complicação, de acordo com especialistas, é o Brasil apostar em energias mais limpas e em eficiência.
O aumento das opções de fontes renováveis de energia é muito importante, principalmente a energia solar, visto que no Brasil durante quase todos os dias do ano temos este recurso disponível. Porém é preciso levar em conta os custos ambientais envolvidos na implantação de sistemas de energia solar, pois instalar um sistema como este para unidades consumidoras ineficientes não é indicado, já que se utiliza muita energia e materiais para produzir os equipamentos e a cadeia produtiva é tão poluidora como de outras indústrias. Inserir um sistema de energia renovável em uma unidade ineficiente é como encher um balde furado com água da chuva, desperdiçando recursos naturais. Por isto, deve-se primeiro aumentar a eficiência da unidade consumidora, cortar desperdícios e mudar hábitos. Estima-se que em residências, uma simples mudança de comportamento reduz de 15% a 20% o gasto com energia. Em prédios comerciais varia, podendo ser reduzido 10%, 15% até 20%. Em indústria, é possível atingir uma redução de 10%.
Mesmo em meio à crise econômica, os investimentos no setor energético continuam, porém a falta de políticas públicas que estimulem a eficiência energética faz com que o dinheiro seja exclusivamente investido em expansão de redes e fontes de energias, esquecendo todo o desperdício que acontece no país. Além das perdas, o investimento errado pode causar problemas no futuro, já que a maioria destes recursos são destinados a hidrelétricas, um sistema vulnerável às mudanças climáticas e ambientais. A matriz energética brasileira depende da eficiência para avançar sendo mais limpa e eficiente, e a única forma de diminuir estas perdas é investindo em tecnologia.
De acordo com a Armstrong , empresa especializada em soluções para redução e economia de energia , o maior problema é que a eficiência energética não é prioridade nem do empreendedor nem do governo. "No Brasil, continuamos investindo apenas na expansão da oferta de energia. É incompreensível que não entendam que pode haver uma redução significativa do consumo de energia através de políticas robustas de eficiência (EE), reduzindo assim o aumento da oferta e os preços. A EE gera também mudanças na forma como produzimos bens e serviços e no próprio hábito de consumo da população", explica.
Fonte: Exame

Vendas de aquecedores disparam com semanas mais frias

As vendas de aquecedores aumentaram gradualmente com a chegada do inverno e dispararam com o frio que atingiu a cidade de São Paulo nas últimas semanas.
A compra do aparelho na OLX cresceu 95% no bimestre maio-junho, na comparação com março-abril, de acordo com dados levantamos pela empresa a pedido de VEJA. Na mesma base de comparação, as buscas pelo produto tiveram alta de 101%.
Na Lojas Americanas, a venda de aquecedores em unidades físicas da região Sudeste registrou um aumento de 1.461% entre 1º e 4 de julho, na comparação com o mesmo período do ano passado.
Isso mesmo com a empresa de meteorologia Climatempo avaliando que o inverno neste ano está menos rigoroso do que em 2016. Dados de maio, junho e julho (até dia 9) mostram que houve, até o momento, menos ventos frios do que em 2016.
Ainda assim, a máxima no ano passado ficou 27 dias abaixo de 22°C, e 29 dias neste ano, segundo a Climatempo, a partir de dados do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). Em 2016, foram nove dias com mínima abaixo de 10°C, contra três dias em 2017 até agora.
O frio ajudou a impulsionar também a venda de casacos. Na OLX, o crescimento foi de 67% em maio-junho, ante março-abril.
Até quando?
Segundo a Climatempo, o inverno deve seguir com dias frios, mas menos intensos e com menor frequência do que em 2016.
A chegada da primavera também deve ser diferente. No ano passado, o frio se estendeu e as temperaturas demoraram a subir - só esquentou e não voltou mais a esfriar a partir de dezembro. Neste ano, o frio deve ir embora já em setembro.
Escolha
A opção por um ou outro modelo de aquecedor elétrico tem impacto direto na conta de luz. Antes de sair comprando, é preciso avaliar as necessidades dos moradores e ficar atento para a segurança do equipamento.
Algumas atitudes também ajudam a amenizar os os gastos. Tirar o aquecedor da tomada quando ele não estiver sendo usado é uma medida simples. Preste atenção se as portas e janelas no ambiente estão fechadas, para que os equipamentos tenham sua máxima eficiência.
A recomendação também é comprar apenas aparelhos elétricos identificados com o selo Procel (Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica) e notas A ou B, que indicam maior Eficiência energética, ou seja, menor consumo de energia.
Conheça as características de alguns modelos, com informações do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec):
Irradiador
Funciona com resistências incandescentes protegidas por grades metálicas. Seu desempenho é bom, porque quase toda a energia consumida é transformada em calor. O preço, em geral mais baixo, também atrai o consumidor. Não é recomendado para quem tem crianças e animais de estimação, pois pode queimar objetos que estejam muito próximos. Além disso, a troca de calor entre a resistência e o ar deixa o ambiente mais seco.
De gabinete
Como o irradiador, tem resistências incandescentes, mas é protegido por gabinetes fechados, e o calor é espalhado pelo ambiente por meio de um ventilador. É fácil de transportar e também oferece um gasto menor de energia. Seu desempenho, no entanto, é inferior ao do irradiador, e o modelo também deixa o ambiente mais seco e oferece riscos de queimaduras.
A óleo
Apesar do nome, também é elétrico. Por meio de resistências, o óleo dentro do radiador é aquecido - funciona como em prédios com aquecimento central. Como o ar não entra em contato com a resistência, o ambiente não fica ressecado. Seu preço, no entanto, é superior ao dos modelos anteriores, o equipamento demora mais para esquentar e o impacto na conta de luz é maior.
Split
Parece um ar-condicionado - alguns aparelhos de refrigeração têm, inclusive, também a função para aquecer. No quesito segurança, é considerada a melhor opção, porque não apresenta risco de queimadura. Além disso, o modelo espalha o calor de forma uniforme pelo ambiente. A desvantagem é que precisa ser instalado por um profissional, incluindo um gasto adicional para o consumidor.
Fonte: Veja Online